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sábado, 11 de setembro de 2010

(2007-2010)

Me rendeu uma crônica e um poema, aquela melhor que este... ambos suportáveis. E hoje, depois de ter zanzado tanto por essa tela iluminada - que não me faz saber se é de noite ou se já amanheceu -, eu parei novamente para escrever... e de novo o tema é você...

Não, não, corrijo-me: embora eu me dirija a você frequentemente aqui, há algum tempo você já deixou de ser meu tema, meu protagonista preferido. Agora, pelo menos, eu respiro ares que não os teus. E é tão bom! Tão bom voltar à vida antes de ti, poder te guardar no cantinho de alguma sala redonda aqui dentro. Trancar não. Quero ter liberdade até praa te rever quando me aprouver, revisitar a nossa história, já sem dor, sem lágrimas, sem sangue, coração... Apenas com um carinho quase maternal... carinho assim que eu te dedico agora, meu amor. Não muda e nem vai embora. Fica fazendo parte da minha felicidade e de quem eu sou... para sempre.

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